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Em Fervença virar na rotunda em direcção a Maiorga/Coz.
O acesso aos locais de concentração/estacionamento estará indicado com placas de cor laranja e branca a partir de Alcobaça (saída para a Nazaré) e saída da A8 em direcção a Alcobaça.
A Arena será no Campo de Futebol de Vale do Amieiro, entre as povoações de Maiorga e Coz

 

 

COZ, povoação muito antiga, foi penetrada pelos Fenícios, através da Lagoa da pederneira. O nome, Coz, foi atribuído a este povo em homenagem a uma ilha semelhante e com o mesmo nome no Arquipélago das Spodares (Ásia Menor).

A fundação desta colónia, por este povo, teve lugar em meados do séc. VII a.c.

A situação estratégica geográfica desta região, assim como a riqueza dos seus campos, tornaram Coz atractivo e no ano de 1250 os Monges Cisterciences de Alcobaça iniciaram um trabalho inteligente que promoveu o desenvolvimento dos campos e o seu repovoamento, através dos seus conhecimentos agrícolas obtidos essencialmente no Além Pirinéus.

O Foral foi atribuído em 1514 por Dom Manuel I, encontrando-se, actualmente, exposto nas instalações da Junta de Freguesia.

Rota dos Monumentos

Convento de Santa Maria de Coz

O Convento de Santa Maria de Coz foi fundado em 20 de Abril de 1279 pelo Abade de Alcobaça, dom Fernando, cumprindo assim disposição testamentária de dom Sancho II.

No séc. XVI deram-se as primeiras alterações quando o edifício se transformou em casa conventual das freiras da Ordem de Cister. Dona Branca de Aguiar, Abadessa, jaz neste Convento podendo ser visitado o respectivo jazigo, hoje em dia.

O Convento foi reconstruído em fins do séc. XVII, no entanto, hoje em dia o que resta em boas condições é a Igreja, a sacristia com os seus anexos e alguns vestígios arruinados de parte do celeiro e do dormitório.

Sendo a decoração dos tectos da igreja e da sacristia, única entre as abadias cistercienses de Portugal e Espanha, torna-se prioritária a visita a este Monumento, desfrutando de toda a beleza que o mesmo oferece. A igreja encontra-se dividida a meio por uma grade de clausura em talha dourada. O Altar-mor é de uma beleza rara, feito em talha dourada do séc. XVII, possuindo na sua tribuna uma escultura da Sagrada família. A figura ilustra um dos Altares Laterais.

As paredes da Igreja têm azulejos azuis e brancos. Em relação ao Coro, as suas paredes encontram-se totalmente forradas de azulejo do séc. XVIII, rodeando um esplêndido cadeiral. Na parede do fundo do Coro está situada uma porta de estilo manuelino, composta por duas esferas armilares, armas régias e a Cruz de Cristo.

Forrada por azulejos azuis e brancos, a Sacristia de beleza singular tem a particularidade de historiar cenas da vida de Bernardo de Claraval, através de dez painéis.

Igreja da Misericórdia ou Igreja Paroquial de Santa Eufémia

Igreja, hoje, denominada Santa Eufêmea, em virtude de se tratar da Santa Padroeira da freguesia. Segundo a opinião do estudioso “Batalha Gouveia”, a origem das esteiras em junco multicores existentes nesta freguesia têm origem e inspiração na deusa Íris dos Gregos, personificada santa Eufêmea com o advento do Cristianismo. Esta deusa pagã estava conotada com o arco-íris e era considerada mensageira pelos Fenícios e Gregos, cuja missão era transmitir aos mortais os bons augúrios. Pensa-se que quando os fenícios aportaram nestas paragens devem ter trazido essa imagem.

Capela de Santa Rita

Num dos mais belos pontos da região encontramos a capela de Santa Rita. Aqui, a paisagem é magnifica devido à altitude do local avista-se as várias localidades da freguesia, desfrutando-se da beleza que esta imagem oferece.

A Capela, em si, é de uma só nave e a porta de entrada tem as armas dos Abades de Alcobaça e do reino. Lá dentro tem a capela-mor e dois altares laterais, dedicados à Santa Rita e à Senhora da Piedade. O tecto é de abóbada, pintado a amarelo dourado com ornatos e máscaras.

Local também de interesse único é o carreiro que dá acesso á capela, encontrando-se aí um Cruzeiro, tendo sido mandado construir devido á aparição de “Jesus Crucificado”, a uma das freiras do Mosteiro, cujo nome era Rita. A edificação da capela deve-se a este facto.

Ermida de Santa Marta

A uma pequena distância fica actualmente a povoação de castanheira. Esta ermida aí situada, tipo igreja-salão, maneirista, ostenta uma pequena torre sineira e é encimada por uma cruz.

O altar principal é de talha dourada barroca.

Encontram-se pináculos nas suas laterais.

Nesta localidade, refere a tradição, que um dia andava uma velha mulher chamada Catarina Annes, de muitos anos, a apanhar lenha para fazer comida e lhe apareceu Nossa senhora, Mãe de Jesus e…, venha conhecer esta lenda, denominada a lenda da “fonte Santa”.

Capela de Nossa Senhora da Luz

Ao visitar esta capela irá ficar a conhecer a extraordinária lenda acima referida, que liga este monumento a outra paragem obrigatória a “Fonte Santa”.

Igreja de Nossa Senhora da Graça

Esta igreja foi instituída por um legado de Pêro Neto, sendo este natural da Póvoa, lugar onde se situa a referida igreja.

O altar principal, de talha dourada, do final de seiscentos, com colunas salónicas, enquadra algumas pinturas em madeira do séc. XVII, onde se figuram Santa Escolástica, santa Bárbara, Santa Umbelina e outras santas de Ordem Beneditina.

 

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